sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

ATRASO NA TRAVESSIA EM BELO MONTE CAUSA TRANSTORNOS


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Um atraso de 40 minutos gerou um engarrafamento quilométrico na BR-230, na comunidade de Belo Monte. Os veículos que chegavam para fazer a travessia da balsa, na manhã da quarta-feira (18) tiveram que ter paciência. Vários caminhões que transportavam combustível chegaram em comboio e tiveram prioridade na travessia por questões de segurança, eles não podem ser transportados na balsa junto a outros veículos e acabam fazendo a travessia sozinhos, o que fez com que atrasasse a viagem de centenas de passageiros e dezenas de motoristas. Alguns veículos chegaram por volta 8h30 no local, mas só conseguiram atravessar o rio Xingu quase uma hora e meia depois.

O transtorno não é novidade na região. Quem precisa desse serviço sabe que pode ter problemas na ida ou na volta. Isso porque a balsa é a única opção para quem precisa seguir viagem pela BR-230 e tem que obrigatoriamente, passar pelas comunidades de Belo Monte e Belo Monte do Pontal.

Há mais de 40 anos a travessia é realizada dessa forma, através de balsa. O tempo foi passando a comunidade sofreu algumas poucas alterações, apesar de todo o tráfego intenso de veículos com a construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, o serviço continua limitado assim como a discussão sobre a construção de uma ponte.

A ponte sobre o rio Xingu na BR-230 chegou a ser cogitada durante o processo de construção da hidrelétrica. O Dnit chegou a apresentar um projeto, mas obras da UHE começaram, os canteiros foram se consolidando e uma outra ponte surgiu, mas essa fica bem em frente a hidrelétrica 10 quilômetros antes das comunidades.

Com o projeto parado, o tema voltou a ser destaque em novembro quando a 18ª e a última, turbina de Belo Monte foi acionada e o governador do estado do Pará chamou atenção para a necessidade de se construir a ponte.

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